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Novos vídeos no canal

maio 21, 2017

Olá zzs! O canal do ziguezague no YouTube agora tem as principais edições do ziguezague: Arte e Moda realizadas entre 2007 e 2010, ocorridas no MAM com apoio do MAM e Senac São Paulo. Estão lá os Desfiles Incríveis comentados por pesquisadores e profissionais muito maravilhosos e as mesas de Conversas Transversais, com muita gente que nos faz vibrar.
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Canal do ziguezague no youtube

junho 30, 2016

Registros do Seminário DCzz _ ziguezagues entre Arte e Filosofia [29 a 31/03/16] que promoveu diálogos e oficinas ENTRE design, arte e filosofia, para AMPLIAR CONEXÕES e SUBVERTER concepções assépticas e mercadológicas disparados pela proposição de FLUSSER, sobre significações do design como TRAMA, ESQUEMA MALIGNO / relativo à ASTÚCIA, FRAUDE E SIMULAÇÃO desejam convocar EXPANSÕES TEÓRICAS e PRÁTICAS, para PROCESSOS DE CRIAÇÃO em perspectivas POÉTICAS, ESTÉTICAS e POLÍTICAS. Parceria entre pesquisadores do Grupo de Estudos ziguezague: transversalidade e Design [PPG Design_ Universidade Anhembi Morumbi] e do Grupo de Pesquisa Ornata [Instituto de Artes da Unicamp] que compartilham fronteiras entre teorias e práticas em perspectivas poéticas, estéticas e políticas, nas áreas do Design, da Arte e da Filosofia. Apoio FAPESP e Instituto ItauCultural.

ziguezague de ABERTURA e conversas TRANVERSAIS_

abril 4, 2016

Ana Paula de Campos e Cristiane Mesquita iniciaram o DCzz destacando a importância de um pensamento em ziguezague, capaz convocar pensamentos díspares e diferenças potenciais. A proposta encontro parte de um disparador que coloca em vibração o campo do Design entre Arte e Filosofia. Para tanto, o mote é a provocação do filósofo tcheco Vilém Flusser sobre o termo design, e a proposta curatorial da exposição Disobedient Objects (Victoria and Albert Museum, Londres, 2014).

Para a ABERTURA, Gavin Grindon, curador da exposição, apresentou objetos criados por e para movimentos sociais, protestos e proteção contra a violência policial. Diversos exemplos tais como os livros do movimento Book Bloc conferem às manifestações uma expressividade para além do enfrentamento em si, desafiando não só os formatos, mas também conferindo bom humor, ironia e ludicidade a algumas ações, de modo que os objetos podem ser vistos como agentes de múltiplas significações.

Em transversal, o pesquisador André Mesquita, autor de Mapas dissidentes: proposições sobre um mundo em crise (1960-2010), trouxe sua investigação sobre um conjunto de diagramas produzidos por artistas e ativistas a partir de diferentes investigações de âmbito social, político e econômico. Tema do seu doutorado, André apresenta essas cartografias como mapeamentos capazes de dar visibilidade às relações complexas que advém das disputas pela representação, no um jogo de mostra e esconde que atravessa as redes daquilo que pode se tornar visível ou se manter no campo do não dito.

Nas Conversas TRANSVERSAIS da tarde, Vinicius Spricigo discutiu o espaço expográfico do Masp a partir do retorno para o museu dos cavaletes projetados por Lina Bo Bardi, nos anos 1960. A fala enveredou pela discussão da arte como mercadoria, a partir do proposto pelo filósofo Walter Benjamin no seu clássico “A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica”. Vinicius discutiu o quanto os museus e as galerias, de algum modo, estão se assemelhando a espaços de consumo.

O escritor Juliano Pessanha finalizou a mesa apresentando a filosofia de Peter Sloterdijk e de seu pensamento que ressalta a forma das esferas para pensar o mundo. Explorou a ideia de que a cultura possa funcionar como forma imunológica de defesa, “uma espécie de design imunológico que recebe a forma-sujeito”. A passagem de uma esfera a outra foi ilustrada por meio de objetos trazidos por ele.

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HOJE começam as CONVERSAS TRANSVERSAIS

março 30, 2016

daqui a pouco, a partir das 9H na SALA MULTIUSO, 2º andar do Instituto ItaúCultural. veja os detalhes em PROGRAMAÇÃO  COMPLETA

oficina TRANSITIVA _ Imagens do Sentir

março 29, 2016

Imagens do Sentir, oficina proposta pela artista plástica e designer Leila Reinert, teve como foco sensibilizar a acuidade da atenção para o entorno que nos envolve, de modo a gerar práticas criativas. Nas palavras dela “refinar a percepção sensível é parte fundamental do processo criativo, sempre lembrando que criação é ruminação, ou seja, algo que leva tempo”. Transitando pela neurociência e por estímulos sonoros, a proposta conduziu os participantes por diversas práticas de experimentação e invenção que estimulam rupturas em hábitos que despotencializam a criação.

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oficina TRANSITIVA _ Pop-up / cartões tridimensionais

março 29, 2016

O arquiteto e artista plástico Guto Lacaz propôs a oficina Pop-up, exercitando uma técnica para criar cartões que, quando abertos, constroem pequenas cenas tridimensionais. Conhecida como uma espécie de “origami arquitetônico”, a técnica produz exercício mental, motor, plástico e imaginativo. A cena surge a partir de cortes e colagens com papel e revistas velhas. Lacaz define o pop-up como um “acidente” que transforma o bi em tridimensional. Seu bom humor esteve bastante presente nas diretrizes de execução e nos comentários que conduziram sua proposição.

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oficina TRANSITIVA _ Caixa de truques e ferramentas

março 29, 2016

O disparador para a oficina Caixa de truques e ferramentas partiu da proposição de Karlla Girotto, que transita entre artes visuais, moda e performance. Ela convidou os participantes a “desparafusar o pensamento e trucar a realidade” por meio da leitura do texto “Sobre a palavra design”, de Villem Flusser, Girotto provocou o grupo com as questões “se o design é fazedor fazedor de mundos, a serviço de quem e de que ele está?” “que pequena subversão pode acontecer aqui hoje, ao longo de três horas?” “eu sou uma máquina potente de autonomia. O que eu posso fazer com isso?” “O que eu gostaria de ensinar para o outro ou para o grupo?”. Com materiais de trabalho aleatórios, os participantes multiplicaram ferramentas e estratégias em torno de reflexões sobre autonomia e criação.IMG_1200

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